Ainda no rescaldo das festividades, aproveito a sugestão da magarça, e deixo-vos os meus livros deste Natal, oferecidos e recebidos:
Paris Interiors - Lisa Lovatt-Smith (Taschen)
Crime e Castigo - Fiódor Dostoiévski
Gatos e mais gatos - Doris Lessing
Amor nos tempos de cólera - Gabriel Garcia Márquez
Casas no Mediterrâneo - (acho que é assim o título, as restantes informações foram, lamentávelmente esquecidas)
Tudo o que precisa de saber sobre mitologia - Kenneth C. Davis
Desculpe, mas... a sua vida está à espera - Lynn Grabhorn
Contos - Clarice Lispector
Que 2008 seja pleno em leituras, que estão longe de estar em dia.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
domingo, 23 de dezembro de 2007
Do Natal
No ano em que descobri a blogosfera, conheci (ainda que sem conhecer) muitas pessoas. Os seus pensamentos, umas vezes semelhantes aos meus, outras nem tanto, foram um desafio constante às minhas próprias convicções. Através de todos, novas perspectivas foram pensadas. Sendo assim, nada mais natural do que partilhar um pouco do meu Natal. Que todos tenham o melhor Natal possível, e que o desânimo geral que temos vindo a observar, e a sentir, nos dê tréguas... por uns momentos!
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Dos outros
Aparentemente não há nada que possa justificar a dificuldade presente em encontrar as minhas próprias palavras, mas o facto é que andamos desencontradas, eu e as palavras.
Peguei num livro na tentativa de me encontrar com elas. Não houve encontro. Mas houve um pequeno achado, uma outra perspectiva.
Lembre-se de que uma pessoa criativa tenta continuamente fazer as coisas de forma errada. Se fizer as coisas sempre de uma maneira correcta, nunca será criativo, porque a "maneira correcta" significa a maneira descoberta por outros.
in Criatividade, Osho
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Da música
O post abaixo (consequência de muitas e muitas tentativas), diz respeito a Antony and the Johnsons, e à actuação ao vivo da música Hope there's someone. Aqui vos deixo a letra.
Hope there's someone
Who'll take care of me
When I die, will I go
Hope there's someone
Who'll set my heart free
Nice to hold when I'm tired
There's a ghost on the horizon
When I go to bed
How can I fall asleep at night
How will I rest my head
Oh I'm scared of the middle place
Between light and nowhere
I don't want to be the one
Left in there, left in there
There's a man on the horizon
Wish that I'd go to bed
If I fall to his feet tonight
Will allow rest my head
So he's hoping I will not drown
Or paralyze in light
And godsend I don't want to go
To the seal's watershed
Hope there's someone
Who'll take care of me
When I die, Will I go
Hope there's someone
Who'll set my heart free
Nice to hold when I'm tired
Hope there's someone
Who'll take care of me
When I die, will I go
Hope there's someone
Who'll set my heart free
Nice to hold when I'm tired
There's a ghost on the horizon
When I go to bed
How can I fall asleep at night
How will I rest my head
Oh I'm scared of the middle place
Between light and nowhere
I don't want to be the one
Left in there, left in there
There's a man on the horizon
Wish that I'd go to bed
If I fall to his feet tonight
Will allow rest my head
So he's hoping I will not drown
Or paralyze in light
And godsend I don't want to go
To the seal's watershed
Hope there's someone
Who'll take care of me
When I die, Will I go
Hope there's someone
Who'll set my heart free
Nice to hold when I'm tired
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Sugestões aceitam-se
Procuram-se: Livros a oferecer neste Natal
Recompensa: um sincero agradecimento!
Recompensa: um sincero agradecimento!
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Ideias Soltas (2): Da perspectiva existencial...
Ele (ou cada um de nós) faz-se a si próprio escolhendo-se e é uma combinação de realidades/capacidades e possibilidades/potencialidades, está “em aberto” ou melhor está em projecto. Este, é a maneira como ele escolhe estar-no-mundo, o que se permite ser através da sua liberdade, sendo que as escolhas podem ser feitas em função do futuro ou em função do passado: escolher o futuro envolve ansiedade (associada ao medo do desconhecido) e escolher o passado envolve culpabilidade (associada à consciência das possibilidades perdidas).
Introdução à psicoterapia existencial, José Carvalho Teixeira
Parêntesis (5)
Como é costume por estes lados, diferentes perspectivas insurgem-se.
A dois dias de um reencontro há muito esperado, dou por mim a reflectir sobre o tempo. Não o metereológico que se tem revelado enlouquecedor, mas o cronológico.Aqui há uns anos fiz Erasmus durante 1 semestre e, quando mais tarde regressei, e me perguntaram se alguma coisa estava diferente, não hesitei em responder: Tenho agora uma nova noção de tempo, temporalidade. Descobri que num outro contexto um dia pode corresponder a uma semana, e por essa ordem de ideias, uma amizade demora pouco mais que uns dias a ser consolidada.
Mais tarde, descobri também que é possível investirmos nos outros mesmo que eles estejam longe, desde que os queiramos manter perto de nós.
A dois dias de um reencontro há muito esperado, reparo que o relógio anda muito devagar... Dois dias parecem-me agora uma eternidade.
domingo, 18 de novembro de 2007
domingo, 11 de novembro de 2007
Ideias soltas...
... mas não minhas. No entanto não me parece mal, numa altura em que predomina a escassez das nossas próprias palavras, encontrar-mos forma de pensar através das palavras de outros, concordemos com elas ou não.
Um dos grandes paradoxos da vida é que a autoconsciência provoca ansiedade. A fusão (com os outros) elimina a ansiedade de forma radical - eliminando a autoconsciência. A pessoa que se apaixonou, e entrou em um bem-aventurado estado de fusão, não é auto-reflexiva, pois o Eu solitário questionador (e a concomitante ansiedade de isolamento) se dissolve no Nós. Assim, a pessoa livra-se da ansiedade, mas perde a si mesma.
O Executor do Amor, Irwin D. Yalom, 1996
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